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23 estratégias push pull que você pode usar na indústria de software

menu_book 17 minutos de leitura

Chegou a hora de repensar as estratégias pull push do seu plano de marketing? Quer a sua empresa no setor do software tenha acabado de nascer ou já esteja ativa há algum tempo, as ações de marketing devem mudar e evoluir de acordo com os resultados. Principalmente se falarmos do setor digital, onde tudo anda mais rápido.

Neste artigo, reviso o conceito de estratégias pull push e listo as mais eficazes para empresas da indústria de software. Você encontrará 13 estratégias pull e 10 estratégias push para inspirá-lo!

O que são estratégias push e pull

As estratégias push pull representam duas abordagens diferentes quando se trata de levar seu produto a seus consumidores em potencial.

Qual é mais interessante?

Definir que tipo de estratégias usar vai depender do posicionamento que sua marca adquiriu, do tipo de produto ou serviço que você vende no setor de software, das necessidades do seu público-alvo e dos recursos econômicos e humanos da sua empresa. Mas primeiro, vamos ver as diferenças entre os dois tipos.

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Estratégias pull: o que são e por que usá-las?

As estratégias pull, também chamadas de “atração” ou inbound, são todo aquele conjunto de estratégias que tentam atrair o usuário para o produto ou serviço, de modo que é o mesmo consumidor que procura um produto como o seu.

O cliente, portanto, já tem uma necessidade ou interesse em algo relacionado ao seu produto ou serviço. Pode ser que esteja pesquisando ativamente ou não, mas em ambos os casos você oferece a solução de acordo com a fase de pesquisa em que ele se encontra. Trata-se de estar presente na mente do seu potencial cliente, de forma que o posicionamento da marca se torna muito importante nesse tipo de estratégia.

Exemplos de estratégias pull

Um exemplo muito claro de estratégia pull é personificado pelo próprio Google, mais especificamente, seu buscador. Todos os usuários estão constantemente procurando informações e produtos nele.

Porém, outro exemplo que não podemos ignorar e que esclarece ainda mais a definição de uma estratégia pull é o próprio inbound marketing. Você sabe por quê?

O inbound marketing é uma metodologia de trabalho que foca em personalizar a forma de impactar o usuário e adaptar cada ação dependendo da fase do flywheel em que está localizado.
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Vantagens de usar estratégias pull

  • Personalização: esses tipos de ações tentam encontrar a buyer persona ou arquétipo do cliente por meio de uma segmentação muito precisa. Deste modo, pode-se personalizar as mensagens o máximo possível de cada uma das campanhas. Quanto mais informações souber sobre o público a quem se está dirigindo, melhor poderá atender às suas necessidades.
  • Confiança: por serem estratégias mais personalizadas e voltadas para atrair usuários em um processo de busca, as estratégias pull geram mais confiança. Isso porque os potenciais consumidores veem que o produto ou serviço oferecido a eles atende às suas necessidades.
  • Leads de qualidade: os usuários que avançaram para leads buscavam uma solução relacionada ao seu produto ou serviço, por isso terão interesse no que sua marca pode oferecer a eles.
  • Reconhecimento de marca: um dos objetivos das estratégias pull é estar no top of mind das pessoas através do seu conteúdo. Com esse objetivo, esse tipo de estratégia trabalha constantemente no reconhecimento da marca.
  • Educação sobre o produto ou serviço: essas estratégias não se concentram apenas nas etapas finais do funil de marketing, mas também em direcionar esforços para a inicial. O usuário pode ainda não saber o que está procurando ou não ter identificado sua necessidade. Sua empresa se encarregará de nomear esta necessidade e educá-lo sobre o que ele precisa, e ajudá-lo a avançar no funil.

Estratégias push: o que são e por que usá-las?

O objetivo das estratégias push, também chamadas de “empurrão”, “impulsão” ou outbound, é que o produto ou serviço chegue ao consumidor final. Com este tipo de estratégia, o que se faz é criar ou buscar uma necessidade não atendida para o cliente potencial e tentar satisfazê-la com seu produto ou serviço. Por isso são chamadas push: empurra-se o usuário para a venda por meio de suas ações de marketing.

São um conjunto de estratégias descendentes, ou seja, vão da empresa ao consumidor, independente do canal que você utilize para realizá-las.

Exemplos de estratégias push

Que tipo de casos encontramos na vida real que aplicam estratégias 100% push entre suas ações de marketing e publicidade?

Exemplos de estratégias push são:

  • Anúncios de TV ou rádio, porque interrompem o que uma pessoa está fazendo para tentar vender um produto ou serviço.
  • A abordagem cara a cara que os captadores de uma ONG fazem nas ruas para divulgar sua organização e arrecadar doações.
  • A participação em um evento ou organização é outro exemplo de estratégia pull no setor de software. Vamos pegar o Mobile World Congress como exemplo. Este evento anual, um dos maiores do mundo no setor, reúne centenas de empresas e milhares de usuários que desejam descobrir as últimas novidades, fazer networking, etc.

Como você pode ver, essas são estratégias aplicadas com mais frequência no offline, mais adiante indicaremos outras estratégias de push que as empresas de software podem aplicar também online.

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Vantagens de usar estratégias push

Como essas estratégias são muito diferentes das pull, temos que avaliar em quais casos estamos mais interessados ​​em uma ou em outra. Por isso queremos explicar quais vantagens obtemos ao usar estratégias de push.

  • Alcance: impactando quase completamente todos os consumidores em potencial, pode-se atingir um número maior de usuários. Às vezes isso pode ser contraproducente, pois suas campanhas podem atingir usuários que não fazem parte do seu público-alvo ou pode superestimar seus potenciais clientes por não ter feito uma segmentação mais detalhada.
  • Volume de leads: como consequência da grande abrangência, consegue-se maior entrada de leads.
  • Velocidade: da mesma forma, as estratégias push alcançam resultados mais rapidamente do que as estratégias pull e por isso, no curto prazo, costumam ser mais baratas.

13 estratégias pull para empresas de software

Existem muitas ações para promover sua marca ou produto, mas algumas funcionam melhor que outras dependendo do setor em que a empresa é especializada.

Nesta lista vamos mostrar 13 estratégias pull que vão ajudar você a obter melhores resultados no setor de software e de tecnologia.

1. Definição da buyer persona

Você se perguntará: “A criação da buyer persona é uma estratégia pull em si?”. Bem, sim e não, pois deve fazer este processo para qualquer tipo de estratégia comercial ou de marketing se quiser ter bons resultados. Mas neste caso é ainda mais importante.

Neste perfil iremos basear todas as estratégias pull. Afinal, é neste tipo de estratégia que os usuários procuram você, e não o contrário.

Para definir a buyer persona, faça a si mesmo as seguintes perguntas:

  • Para quem é o seu produto?

Faça uma pesquisa sobre o seu público-alvo para conhecer os dados pessoais e profissionais que mais lhe interessam: família, escolaridade, local de residência, renda, cargo, etc.

  • Em quais canais está?

Para saber para quais canais direcionar suas campanhas a partir da abordagem de uma estratégia pull, é muito importante fazê-lo a partir daqueles em que seu público-alvo está localizado.

Se é improvável que seu perfil de cliente ideal seja encontrado no Facebook, é melhor não realizar nenhuma ação nesse canal.

  • Quais são suas dores e dificuldades?

Isso não apenas ajudará você a saber se seu produto pode resolver suas necessidades e superar objeções, mas também ajudará a criar conteúdos assertivos que resolvam seus problemas.

Depois de absorver todas essas questões, você poderá se identificar com sua buyer persona para criar conexão com ele e, assim, influenciar sua decisão de compra.

Se quiser se aprofundar nesse conceito, recomendo que leia este artigo. Ajudará você a seguir as próximas etapas nesta seção.

2. Posicionamento orgânico ou SEO

Como você já deve ter lido, a sigla SEO significa Search Engine Optimization, que pode ser traduzida para o português como otimização de mecanismos de busca. Como o próprio nome indica, SEO envolve todas essas práticas para posicionar um site no topo dos resultados orgânicos, ou seja, não pago, de um mecanismo de pesquisa.

Se dissemos acima que nas estratégias pull é o usuário que nos procura, é muito conveniente garantir que sua marca apareça entre os primeiros resultados de busca na internet.

Dentre as diversas ações que permitem melhorar o posicionamento orgânico do seu site, destacamos as seguintes estratégias:

  • Estruture as informações do seu site

Criar um site do 0 pode ser um grande desafio. Muitas vezes as empresas levam em conta apenas a sua perspectiva, quando na realidade a definição da estrutura de um site é muito mais complexa: é muito importante que tanto o usuário quanto os buscadores possam encontrar a informação facilmente.

O dilema de definir uma boa estrutura para um site não é enfrentado apenas por empresas que estão embarcando em uma nova aventura. Como todos os ativos, os sites têm uma vida útil. Não só seu conteúdo deve ser atualizado de forma recorrente, mas também deve verificar de tempos em tempos se as informações estão bem organizadas.

  • Faça uso das ferramentas para criar a arquitetura da informação

Por meio da análise do comportamento dos seus usuários e, principalmente, da sua buyer persona, você saberá se as informações estão bem organizadas.

E como fazer isso?

Analise o que sua buyer persona está procurando no Google ou em outros mecanismos de busca, para quais páginas do seu site ela se move, onde ela fica presa... Todos esses padrões permitirão que você estabeleça as bases de sua nova arquitetura de informação.

Você pode começar com a análise através da pesquisa de palavras-chave. Graças a ela, você pode definir as taxonomias ou a hierarquia que seu site deve seguir e, assim, agrupar o conteúdo de forma ordenada.

  • Níveis de profundidade do site

Ao criar a hierarquia de conteúdo do site, lembre-se de que uma página nunca deve estar a mais de 3 cliques de distância. Caso contrário, será muito difícil para o usuário e para os mecanismos de busca encontrar as informações. Inclusive, sempre que possível, recomendamos que o conteúdo esteja a dois cliques de distância.

Isso também beneficia o comprimento e legibilidade do URL: quanto menos páginas acima de um conteúdo, mais curto será seu URL. É muito importante que sejam de fácil leitura, pois ajudarão o usuário a identificar rapidamente do que se trata o conteúdo.

  • Links internos e sem repetições

E por último, mas não menos importante, evite ter páginas com conteúdo e palavras-chave repetidos. Se você gerar canibalização de palavras-chave e não fizer uma boa hierarquia do conteúdo, o Google não vai deixar claro quais páginas posicionar.

Então, se você perceber que tem dois conteúdos muito parecidos, é melhor juntá-los no mesmo lugar. E se, ao contrário, essas páginas forem complementares, você pode adicionar um link interno para ajudar o usuário e os mecanismos de busca a navegar pelo seu site com facilidade.

  • Posicione sua marca e melhore o rankeamento orgânico através do blog

Quer atrair usuários que já estão cientes da necessidade de seus produtos e serviços desde o início?

Além de tudo o que foi mencionado acima, uma estratégia pull básica e fundamental é trabalhar no blog.

O blog é o aliado perfeito para posicionar sua empresa como especialista em seu setor. Se conseguir que se interessem pelo seu conteúdo por meio de artigos úteis e educativos, você pode converter suas visitas em leads e, posteriormente, impactar esses leads para fazê-los avançar no funil.

Como fazer isso?

Pense em um conteúdo que resolva os problemas que sua buyer persona tem e que ela quer resolver ao pesquisar na internet.

  • Pesquisa de palavras-chave

A primeira coisa que você deve fazer é a pesquisa de palavras-chave, ou seja, investigar quais palavras-chave seu público-alvo costuma usar para estabelecer a base de seus artigos e ver quais são os temas que mais o interessam.

Se você quiser saber como pesquisar palavras-chave, dê uma olhada neste artigo.

  • Implementação de palavras-chave em postagens de blog

A segunda coisa será colocar as palavras-chave que você escolheu ao longo do seu post para que elas se posicionem corretamente. Vá separando essas palavras-chave por assunto e faça um post para a intenção de busca de cada usuário. Dessa forma, você fará com que seus artigos apareçam nos primeiros resultados das SERPs.

  • Link interno

Em terceiro lugar, lembre-se de que as palavras-chave não são o único elemento a ser usado para melhorar sua posição orgânica: você também deve criar links internos poderosos adicionando links para outras páginas do seu site ou blog em seus artigos. Isso é algo que o blog permite que você faça, pois consegue criar muito conteúdo através dele.

  • Link building para ganhar autoridade

Além disso, procure sites com boa autoridade de domínio e relacionados ao seu setor para que eles enviem links para o seu site. Desta forma, você aumentará sua própria autoridade.

Como fazê-lo?

Quanto mais conteúdo valioso você compartilhar, melhor reputação você irá gerar. Isso também atrairá outros sites, que implementarão essa ação chamada criação de links.

  • Trabalhe em SEO técnico

O SEO técnico geralmente passa despercebido e é tão ou mais importante do que as palavras-chave e outros elementos de SEO que abordamos. Este foca nas otimizações de uma página a nível técnico, e entre elas pode encontrar ações como:

  • Configurar o robots.txt para que os bots do mecanismo de pesquisa possam rastrear corretamente o conteúdo.
  • Melhorar a velocidade do site para não atrapalhar os bots ou o usuário através de arquivos com baixo peso.
  • Validar os dados estruturados do seu site para esclarecer aos mecanismos de busca o que está em cada uma das páginas e facilitar o aparecimento de snippets no seu site.
  • Verificar se você não encontrou links quebrados que possam atrapalhar o rastreamento dos bots.
  • Entre outras ações.

3. Marketing de conteúdo

Já falamos sobre a importância de ter um blog para implementar estratégias pull ou o próprio inbound marketing.

Pois bem, o marketing de conteúdo consiste em criar conteúdos de interesse da sua buyer persona, adaptados a cada uma das fases pelas quais ela passa em seu processo de compra. Você encontrará mais informações sobre essa estratégia neste artigo.

Aqui vão algumas dicas de como trabalhar esse tipo de estratégia:

  • Identifique e otimize o conteúdo já criado
    • Se você já cria conteúdo há algum tempo, é sempre bom parar um pouco e ver o que pode fazer para melhorar esse conteúdo.
    • Você tem uma página em seu site que não está obtendo os resultados esperados? Veja se você trabalhou a palavra-chave certa, se ela está bem colocada ou se o conteúdo realmente atende a dor que sua buyer persona busca resolver.
    • Você já criou muitos artigos em seu blog? Brilhante! Porque você poderá reutilizar muitos de seus conteúdos e usá-los para criar outros formatos: e-books, vídeos ou até mesmo podcasts. Criar e-books coletando artigos é uma prática que funciona muito bem para melhorar a captação de cadastros.
    • Outra coisa que você pode fazer se tiver muitos itens e ainda não fez é desenvolver uma estratégia de conteúdo sobre temas. Ou seja, escolha os tópicos pilares importantes para a sua buyer persona e vincule todos os artigos a eles.
  • Explore os diferentes formatos de conteúdo
    • Não fique preso apenas em artigos de blog: você pode criar vídeos, e-books, podcasts, estudos, webinars, infográficos, quizzes, templates, histórias de sucesso... Você tem infinitas possibilidades.
    • Você deve saber por quais canais sua buyer persona anda e quais formatos ela prefere consumir para decidir quais usar.
  • Criar landing pages e  thank you pages
    • As páginas de destino são essenciais para a conversão de suas visitas e você pode obter leads com os quais trabalhar em outras estratégias. Para isso, o normal é fazer com que o usuário baixe um conteúdo valioso que resolva uma de suas dores (e acredite, ele terá interesse em fazer isso). Você pode usar este post como inspiração para criar a página de destino perfeita.
    • Muitos se esquecem da importância de thank you page: esta página é aquela que aparece quando o usuário baixou o conteúdo. Com ela não só se agradece ao usuário por sua ação, mas também o ajuda a continuar avançando no processo de compra. Como? Bem, é aconselhável incluir outras ofertas da próxima etapa do funil. Assim, se o usuário baixou um e-book e deixou apenas seu nome, sobrenome e e-mail, você pode colocar outro download relacionado no qual você solicita, em troca de outros dados, número de telefone ou outras informações que lhe interessam para chegar ao conhecê-lo melhor.

4. Publicidade online inbound

A princípio, pode parecer que a publicidade online inbound (POI) e as estratégias pull não estão relacionadas, já que esse tipo de publicidade é mais frequentemente vinculada a estratégias de push. Mas não precisa ser assim.

Nós explicamos:

O que o POI faz é gerar anúncios visando a obtenção de visitas e cadastros nas partes iniciais do funil. Um objetivo muito específico que, por sua vez, visa outro: direcionar os usuários às páginas e conteúdos que interessem a você para educá-los e acompanhá-los em seu processo de compra.

Como veremos mais adiante, a publicidade online tradicional se concentra em atrair clientes ou usuários que já estão muito avançados no funil.

  • Nas redes sociais

Social Media Ads é outra estratégia pull magnífica que, por sua vez, também pode ser push. Por que é mais conveniente na primeira?

As redes sociais são as plataformas utilizadas por excelência na publicidade online inbound, pois possuem uma grande capacidade de segmentação. É agora que você vai agradecer pela criação da sua buyer persona.

Outra razão convincente é que, em plataformas como Facebook ou Instagram, anúncios de e-books ou outros downloads funcionam muito bem, pois agregam valor aos usuários que se interessam pelo assunto que você está tratando e que ainda não conhecem a marca.

  • Anúncios do Google

A pesquisa paga do Google Ads funciona de maneira semelhante à pesquisa orgânica. Nesse caso, a publicidade online inbound costuma não funcionar tão bem porque as palavras-chave que obtêm os melhores resultados costumam ser palavras-chave transacionais, ou seja, do final do funil.

No entanto, e em situações específicas, pode sempre testar anúncios nas partes superiores do funil e utilizar palavras-chave educativas para promover um artigo no seu blog com uma elevada conversão em registos.

5. Educar os contatos por meio do lead nurturing

A nutrição de leads permite educar e acompanhar seu cadastro em seu processo de compra. O lead nurturing não é feito apenas por e-mail, embora seja a forma mais comum, mas também por meio do conteúdo do blog, mensagens por outras ferramentas como o WhatsApp ou até mesmo pelas redes sociais.

Mas, para que o lead funcione corretamente, você deve levar em consideração duas coisas:

  • Qualifique seus leads com lead scoring

É muito importante ter controle sobre seu banco de dados para saber com o que impactá-lo. É aí que entra a qualificação de leads: ela ajuda a ordenar os registros com base no que sua empresa determina.

Recomendamos a realização de um lead scoring com base no grau de afinidade entre o lead e o cliente, no grau de conhecimento da empresa e no momento do processo de compra em que o lead se encontra. Você tem mais informações sobre isso neste artigo.

  • Ofereça o conteúdo certo de acordo com o estágio no funil

Saber o ponto onde está o lead não é importante apenas para poder qualificar corretamente um cadastro, mas também é importante saber qual conteúdo oferecer em cada momento.

Se, por exemplo, você alimentar seus contatos com conteúdos mais avançados do que deveria, irá gerar frustração e, com isso, cansá-los com sua comunicação — e perdendo um potencial cliente.

6. Marketing de indicação

A fidelização é uma etapa muito importante do inbound marketing e das estratégias pull. Por dois motivos:

  1. Dá a possibilidade do cliente continuar comprando produtos complementares ou melhorar os que comprou.
  2. Busca que o cliente se torne um evangelista da marca, um defensor fiel do seu negócio que possa ajudá-lo a alcançar consumidores indecisos.
  • Beneficie-se do boca a boca

Todos os clientes satisfeitos e comprometidos com sua marca não terão problemas em recomendá-la a um amigo ou familiar. Está, além de ser uma estratégia pull completa, ainda é uma das melhores estratégias de marketing. Veja, por exemplo, a Apple ou a Amazon, que se popularizaram graças às recomendações de seus usuários.

  • Receba avaliações nas plataformas

Se você conseguir que clientes satisfeitos, além de gerar boca a boca, recomendem seus produtos com avaliações on-line, você terá ganhado muito! Através das recomendações que eles podem deixar em plataformas como Google My Business ou Capterra, você garante que as mensagens fiquem gravadas para sempre, podendo ser lidas a qualquer momento. Isso multiplica as possibilidades de atingir um público ainda maior.

Além disso, usuários indecisos tendem a olhar para plataformas com avaliações antes de tomar a decisão final, então elas podem ser suas maiores aliadas.

Também é importante ficar de olho no que é dito nelas e responder todas aquelas mensagens que não são tão positivas para mostrar que você se preocupa com a satisfação de seus clientes.

10 estratégias push para empresas de software

E quanto ao tipo de ações para implementar estratégias push completas? Embora possa parecer que essas estratégias são desaprovadas porque interrompem o usuário e criam uma necessidade não atendida, elas também são muito necessárias. Nem pense em descartá-las do seu plano de ação, pois o melhor é complementá-las com estratégias pull.

Aqui estão algumas estratégias que você pode usar para empresas de software:

1. Marketing de afiliados

Esse tipo de marketing tenta atingir o público-alvo por meio da publicidade. Você paga pelos resultados e não por impressões ou cliques, e o produto é promovido através de sites de terceiros. Você pode fazer isso:

  • Em sites

O site onde seu anúncio é exibido deve ter conteúdo relacionado com o software que você promove para não prejudicar a experiência do usuário e para que a estratégia seja bem-sucedida. Pode ser de um blogueiro que deseja monetizar sua página para um site comum.

Normalmente, neste tipo de marketing de afiliados geralmente há um artigo na página do afiliado onde o produto é vendido. Recomendamos que esse conteúdo agregue valor e não apenas tente promover o produto, pois cada vez mais os usuários fogem da publicidade intrusiva e sem sentido.

  • Mediante “cash back”

Em todo marketing de afiliados, as páginas de afiliados recebem uma comissão por cada resultado obtido.

Nesse caso, essa comissão é compartilhada com o consumidor para que ele receba sua parte diretamente em dinheiro, pontos resgatáveis ​​em qualquer um dos produtos da página afiliada ou através de um desconto ou promoção especial em um produto da página afiliada. Esse é um exemplo em que o usuário ganha, então é uma estratégia pull muito interessante para empresas de software.

  • Com bancos de dados para e-mail marketing

O afiliado aproveita o segmento de seu banco de dados similares a temas relacionados ao seu produto ou serviço para enviá-lo informações associadas a ele.

Para isso, é fundamental que o afiliado conheça bem sua buyer persona para realizar uma comunicação eficaz.

  • En redes de afiliación

Elas servem como intermediárias entre afiliados e empresas que desejam anunciar um produto como o seu.

São chamadas de “redes” porque assumem esse papel em larga escala e têm milhares de anunciantes e afiliados. Podem ser um pouco mais caras porque se encarregam de facilitar o relacionamento entre ambas as partes, oferecendo também as ferramentas necessárias para realizar um bom acompanhamento.

  • Por meio de bancos de dados de corregistro

Neste caso, os potenciais consumidores interessados ​​num produto podem se inscrever em uma newsletter que reúne várias empresas com produtos e serviços semelhantes.

Com isso, o usuário está dando seu consentimento para que seus dados possam ser enviados ao anunciante, concordando em receber não só conteúdo do afiliado, mas também do anunciante.

  • Através de mecanismos de busca

O afiliado é responsável por promover seu produto ou serviço através da compra de palavras-chave em ferramentas como o Google Ads. Este modelo corre o risco de não ser lucrativo se o lance para as palavras-chave for mais caro do que as conversões realizadas.

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2. Publicidad online tradicional o POT

Mencionamos que a publicidade online também pode ser para estratégias de push — mas são se uma metodologia de entrada for aplicada especificamente.

Para estratégias pull podemos usar a publicidade online tradicional, sim, com algumas nuances.

Estamos falando de criar campanhas com foco em impactar os usuários na parte final do processo de compra. Dependendo de como é feito, costuma ser uma publicidade um pouco mais intrusiva que o POI, mas daremos algumas dicas para que não seja assim e você consiga obter melhores resultados.

  • Nas redes sociais
Na verdade, não costumamos recomendar esse tipo de publicidade nas redes sociais, já que as campanhas que funcionam melhor nesse canal são as que estão no início do funil. Mas sim, existe uma forma de realizar campanhas de Social Ads com intenção puramente comercial e sem incomodar os usuários: através do remarketing. Você pode fazer de duas maneiras:
    1. Com um segmento de mais de 1.000 contatos: cuidado, pois, mesmo que existam 1.000 contatos em sua lista, as plataformas podem detectar menos, já que atendem apenas os usuários cujo e-mail do banco de dados coincide com o e-mail que possuem na rede social. Este segmento que você escolhe deve estar em fase de consideração para poder impactá-lo com ofertas BOFU ou fim de funil. Você pode complementar isso com sua estratégia de lead nurturing, fazendo com que o potencial cliente receba diferentes impactos em diversas plataformas.
    2. Outra opção que o Facebook ou o Google permitem é o remarketing para usuários de uma página que tenha pelo menos 100 visitas. No entanto, recomendamos que para a realização de campanhas verdadeiramente viáveis ​​economicamente, a página em questão tenha mais visitas do que estas.
  • No Google Ads

Ao contrário do que acontece nas redes sociais, palavras-chave transacionais são as que funcionam melhor neste tipo de campanha, desde que a intenção de busca seja adequada (o usuário busca comprar algo).

Se pensa em apostar na publicidade online na sua estratégia de angariação de clientes, aconselho você a usar o Google Ads.

3. Chamadas para os leads mais avançados

Se pensar bem, o telemarketing é uma das estratégias push mais conhecidas por excelência. Porém, repensando sua lógica, é possível integrá-la perfeitamente a suas estratégias pull ou inbound marketing. Como? Muito simples: quando seu usuário tiver avançado pelas diferentes etapas do lead nurturing e está envolvido, mas não termina a conversão, é hora de ligar para ele.

lead nurturingComo você saberá onde está seu lead e com qual conteúdo ele interagiu, terá a oportunidade de personalizar a chamada para que ela não seja intrusiva. E não se preocupe, porque conversas com leads prestes a converter têm uma probabilidade muito maior de fechamento de compras e acordos do que aquelas ligações com leads que não passaram por todo esse processo.

4. Promoção do seu produto em feiras ou exposições

As feiras são uma oportunidade brilhante para realizar network e atrair usuários que você sabe que têm interesse no setor. Nelas você tem a possibilidade de mostrar seu produto ao vivo, marcar entrevistas e até captar leads que ainda não conhecem sua empresa e que você pode impactar posteriormente.

Imagina ser capaz de captar esses registros como se estivesse fazendo isso em uma página de destino? Bem, nesses eventos você pode usar os códigos QR para enviar o usuário ao seu catálogo, a uma demonstração, para agendar um horário ou a qualquer outro material que possa agregar valor e solicitar os dados em troca.

Recomendamos uma mistura entre estratégias push e pull. As primeiras tendem a funcionar muito bem ao iniciar um projeto porque obtêm resultados rapidamente, enquanto as segundas tendem a gerá-los a longo prazo. Se forem bem trabalhados, esses resultados serão mantidos ao longo do tempo, de forma que a longo prazo acabam sendo mais rentáveis.

Da mesma forma, as estratégias pull funcionam muito bem em cada uma das etapas do funil, enquanto as estratégias push tendem a ser mais focadas na parte inferior.

Agora você tem todas as informações necessárias para desenvolver estratégias push pull eficazes para o seu negócio no setor de software.

Se você quiser continuar aprendendo sobre estratégias pull ou inbound, baixe o e-book para aprender a criar um bom plano de inbound marketing!

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Publicado em 25 de julho de 2023

Revisado e validado por Jalusa Lopes, Country Manager da InboundCycle Brasil.

FAQ sobre pull push

  • O que é pull push?

    As estratégias pull, também chamadas de “atração” ou inbound, são todo aquele conjunto de estratégias que tentam atrair o usuário para o produto ou serviço, de modo que é o mesmo consumidor que procura um produto como o seu.

    As estratégias push, também chamadas de “empurrão”, “impulsão” ou outbound, tem como objetivo que o produto ou serviço chegue ao consumidor final. Com este tipo de estratégia, o que se faz é criar ou buscar uma necessidade não atendida para o cliente potencial e tentar satisfazê-la com seu produto ou serviço. Por isso são chamadas push: empurra-se o usuário para a venda por meio de suas ações de marketing.

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